Neste post, vou concluir a serie sobre ESPARTACO e sua história, no minimo interessante, para você que não leu os posts anteriores veja os links, e acompanhe o desfecho.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
REPUBLICA ROMANA - UM ESCRAVO CHAMADO ESPARTACO - O CRESCENTE AVANÇO
Antes de Continuar leia a primeira parte
O número de escravos nos domínios romanos era enorme. Embora muitos deles já tivessem nascido sem liberdade (os vernae), a maior parte era constituída pelos mancipia, ou seja, homens livres escravizados. Não só os prisioneiros de guerra contra povos estrangeiros eram escravizados - o mesmo ocorria com cidadãos romanos vencidos em guerras civis e com os devedores que não conseguiam saldar suas dívidas no prazo combinado. O bando de gladiadores, acampado nas encostas do Vesúvio, recebeu a adesão de centenas de escravos e também de plebeus famintos, entre os quais era igualmente grande a insatisfação.
Roma, começava a sentir os efeitos daquela revolta e então decidiu enviar um exercito de 3000 soldados para por fim nos rebeldes, que cercaram o vesúvio, mas este cerco foi rompido com facilidade pelos Rebeldes que conseguiram dispersar os homens que haviam cercado o vesúvio. Assim o bando passou de 500 a Mil homens marchando em direção a província montanhosa de Lucânia.
Quando esses homens destruíram a cidade de Nola, o Senado romano compreendeu o alcance da ameaça que pesava sobre a capital do mundo e sua ordem escravista, e por isso entregou ao cônsul Públio Verínio Glaber a tarefa de combatê-la. Este, à frente de suas tropas, marchou ao encontro do inimigo, sendo derrotado, porém, em sucessivas batalhas. Chegando a Túrio, o exército rebelde acampou nos arredores da cidade, estabelecendo um acordo com os comerciantes e com a prefeitura da cidade. Emissários de ESPÁRTACO agitavam todo o sul da Itália, trazendo novos reforços aos rebeldes, que agora somavam 70.000. Os historiadores romanos Apianc e Salústio relatam que no acampamento os rebeldes tinham vida austera; o ouro, símbolo da corrupção, tinha sido abolido. Os ex-escravos mais cultos, em sua maioria sírios e gregos, instruíam os que desejassem. Segundo Salústio (83-35 a.C.), ESPÁRTACO era “grande no corpo e na alma, agindo principalmente pela persuasão, e não pelos métodos da feroz e desumana disciplina militar”
Em Túrio, através de um de seus informantes, ESPÁRTACO soube que um grande exército romano, comandado pelos cônsules Gélio Publícola e Cornélio Lêntulo, preparava-se para atacar os insurretos. Não se intimidando com essa informação, o ex-escravo marchou com seus homens rumo ao norte, para enfrentar o inimigo. Seu companheiro Crixo, que chefiava uma das tropas rebeldes, venceu a batalha de Gárgano, mas logo após foi massacrado. No Sâmnio, ESPÁRTACO conseguiu desbaratar as legiões romanas, e, às margens do Pó, decidiu avançar sobre Roma. Dominada pelo pânico, a cidade só foi salva pela hesitação dos invasores, o que permitiu a recomposição militar dos romanos comandados por Marco Licínio Crasso (114-53 a.C.). Este afastou os atacantes, e pouco a pouco os foi encurralando no extremo sul.
Não percam na próxima quinta o desfecho desta fantástica história.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
REPUBLICA ROMANA - UM ESCRAVO CHAMADO ESPARTACO - A ORIGEM
De Origem Trácia, ESPARTACO servia em uma legião romana, mas após sua deserção foi capturado e transformado em escravo. Foi comprado por um lanista chamado Batiato, que possuía em Cápua a
melhor escola de gladiadores de toda a Itália, comprou-o, impressionado com seu vigor e sua habilidade no manejo das armas.
ESPARTACO vencia um a um ao seus adversários e isso consolidava sua fama perante a plebe de Cápua. Nesta época era muito comum os Lanistas oferecerem os jogos de gladiadores pretendendo atingir cargos públicos, não era diferente no caso de Batiato, e com a crescente fama de ESPARTACO seu objetivo estaria cada vez mais perto.
Mas o que Batiato não sabia era que ESPARTACO queria sua liberdade e começava a fomenta o mesmo ideal em seus companheiros.
Até que Num dia do ano de 73 a.C., juntamente com Crixo e Enomau, originários da Galácia, antiga região da parte central da Ásia Menor, ele liderou a fuga de todos os 74 escravos da escola de Batiato, organizando com eles um bando armado.
Mas o que Batiato não sabia era que ESPARTACO queria sua liberdade e começava a fomenta o mesmo ideal em seus companheiros.
Até que Num dia do ano de 73 a.C., juntamente com Crixo e Enomau, originários da Galácia, antiga região da parte central da Ásia Menor, ele liderou a fuga de todos os 74 escravos da escola de Batiato, organizando com eles um bando armado.
Durante uns dois anos, à frente de seu pequeno exército, ESPARTACO viveu de assaltos a vilas romanas, pilhando e massacrando seus proprietários. Logo outros escravos fugitivos vieram juntar-se a ele, nascendo, assim, a história épica de um dos mais célebres chefes rebeldes de todos os tempos.
Não percam a continuação da história de ESPARTACO em breve.
Um forte abraço.
Um forte abraço.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
PIRRO REI DE ÉPIRO
Ola meus amigos, há alguns artigos, vimos sobre a luta de Pirro, contra Roma, hoje, vou falar um pouco sobre ele.
Aproveitando que nosso presidente deu uma declaração recente utilizando seu nome como vocês podem conferir AQUI:
Então vamos la. como eu sempre digo.
Pirro (318–272 a.C.) (seu nome tem origem grega e quer dizer — "cor de fogo", "ruivo" — em latim, Pyrrhus) foi rei do Épiro e da Macedônia, tendo ficado famoso por ter sido um dos principais opositores a Roma. Ele era filho de Eácida do Épiro, e pai de Alexandre II do Épiro.
Pirro teve uma juventude um tanto quanto conturbada. Viu seu pai ser destronado quando tinha apenas dois anos. Aos 17 anos, o povo do Épiro o chama para governar, mas mais tarde teve o mesmo infortúnio do pai nas guerras entre os diádocos, após a divisão do Império de Alexandre III, tomou parte pelo seu cunhado Demétrio I da Macedônia e lutou a seu lado na Batalha de Ipso (301 a.C.). Mais tarde, tornou-se refém de Ptolomeu I do Egito, num
acordo entre este e Demétrio.
Em 297 a.C. restaurou o seu reino no Épiro após ter se casado com Antígona.
declarou guerra então ao seu antigo aliado, Demétrio. Em 286 a.C. depôs o seu cunhado e tomou controle do reino da Macedônia. Dois anos depois, porém, o seu ex-aliado Lisímaco expulsou-o da Macedônia.
A MARCHA POR TARENTO
Como vimos no post
Após Roma ter quase tomado por completo Tarento, a cidade pediu auxilio a Pirro e o mesmo respondeu prontamente desembarcando na península em 280 a.c. Dizem alguns historiados que Pirro tomou está decisão influenciado pelo
Oráculo de Delfos. Chegando a Itália com um exercito composto por 3.000 cavaleiros, 2.000 arqueiros, 500 fundeiros, 20 000 tropas de infantaria e 19 elefantes de guerra. O objetivo de Pirro não era apenas evitar que Tarento fosse tomada mas também derrotar e subjugar os romanos.
No post acima citado vocês podem ver mais detalhes sobre a campanha de Pirro na Itália.
A MARCHA PELA SICÍLIA
Pirro, se vendo cada vez mais próximo da Sicilia, agora tinha que tomar uma decisão, sobre qual deveria ser sua prioridade pois noticias da Grécia chegaram dizendo que Ptolomeu havia sido morto e, isto talvez seria uma oportunidade de ouro para Pirro apresentar se aos Macedônios, pois estes precisavam de um novo rei. Mas Pirro então decidiu pela Sicília, devido a sua proximidade com a África e outros motivos. Recebeu então mensagens de algumas cidades sicilianas que queriam sua ajuda para expulsar os Cartagineses que estavam a conquistar toda a ilha.
Com um exército de trinta mil homens de infantaria e dois mil e quinhentos cavaleiros, e uma esquadra de duzentos navios, ele ia expulsando por toda parte os cartagineses e conquistando as regiões que estavam sob o seu domínio. As cidades lhes ofereciam pouca resistência e aos poucos Pirro foi varrendo os Cartagineses do Mapa.
A CIDADE DE ERIX
Está era uma das cidades que os cartagineses guardavam em seu poder. Em 277 a.C. Pirro decidiu ocupá-la e prometendo a Hercules, sacrifícios, jogos e festas se o mesmo o permitisse vencer.
Inicia-se o ataque e quando as escadas encontram os muros, o General é um dos primeiros a subir, iniciando a batalha contra os cartagineses que pareciam paralisados diante de Pirro. Após sua vitória, a sua promessa a Hercules foi cumprida.
O REGRESSO A GRÉCIA.
Pirro, queria conquistar a África, e agora dispunha de fundos e navios, mas ainda lhes faltava marinheiros, apesar de ser fácil consegui-los em cidades, o comportamento de Pirro começou a mudar, ficou mais severo e punia com a mesma severidade aqueles que descumprissem suas ordens. Esta postura descontentou a muitos e então Pirro se viu forçado a deixar a Sicilia e abandonar seus planos com relação a África.
Voltando a península Itálica, novamente o general grego defrontou com os Romanos e desta vez, em Beneventum em (275 a.c.) Abandona a campanha e a Itália e volta a Grécia.
Em 272 a.C., Cleónimo, um Espartano de sangue real, mas odiado em Esparta, pediu a Pirro que atacasse a cidade e o pusesse no poder. Pirro então concordou em atacar Esparta, mas chegando la encontrou uma resistência inesperada e em uma batalha confusa, foi apanhado e morto por um soldado. Conta-se que uma velha do alto do telhado atirou uma telha no general e que este tombou desacordado, sendo encontrado pelo soldado e morto pelo mesmo.
Outras fontes dizem que Pirro fora, envenenado por um servo.
O general fora reconhecido por Aníbal o segundo melhor general, seguido por Alexandre Magno, sua perseverança e sua liderança infatigável lhes conferiram o reconhecido como um dos melhores generais do seu tempo.
A famosa frase, "Vitória de Pirro" proferida recentemente por nosso presidente, foi proferida após a batalha de Ásculo onde ao receber os parabéns, pois fora uma vitória árdua, teria dito: Mais uma vitória destas e estou arruinado
Um forte abraço a todos.
HALL DOS DEUSES
Ola meus amigos, amantes da história, hoje temos mais novidades no blog, estou inaugurando uma nova sessão, O HALL DOS DEUSES.
Nesta sessão, vocês encontraram os principais nomes da história, como Júlio Cesar, Alexandre Magno, entre outros tantos que ao longo do tempo colocarei
aqui.
Então fiquem de olho, e para começar, trago-lhes Pirro rei de Épiro. e
após lerem o post vocês entenderam porque.
Um forte abraço.
Nesta sessão, vocês encontraram os principais nomes da história, como Júlio Cesar, Alexandre Magno, entre outros tantos que ao longo do tempo colocarei
aqui.
Então fiquem de olho, e para começar, trago-lhes Pirro rei de Épiro. e
após lerem o post vocês entenderam porque.
Um forte abraço.
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